Andressa Urach fala sobre sua conversão em programa de TV; confira
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Redação
Os motoristas que trafegaram pela rodovia estadual PB 228 tiveram problemas com uma barricada e protestos feitos por moradores da cidade de Cacimba de Areia na tarde desta segunda-feira (11) e durante todo o dia desta terça feira (12). De acordo com a organização da manifestação, moradores de um conjunto habitacional que fica na entrada da cidade reclamam pela falta d’água na localidade e denunciam que a Prefeitura não vem cumprindo o calendário de distribuição no conjunto. A Prefeitura informou que vem fazendo o abastecimento na localidade através de carro-pipa devido à seca que assola a região e reclama que alguns moradores não estão em suas residências para receber a água nas datas definidas. Durantes os protestos, a Polícia Militar de Patos foi acionada mas não houve intervenção nem confrontos com os manifestantes. Os organizadores disseram que o protesto ocorreu de forma pacífica.
Tárcio Pessoa: "estamos navegando no escuro" Começando o ano com queda de R$ 80 milhões nas receitas, em comparação com 2015, o Governo da Paraíba pode deixar de pagar a folha de pessoal dentro do mês trabalhado. Foi o que admitiu no começo da tarde desta terça-feira (12) ao Portal MaisPB o secretário das Finanças, Tárcio Pessoa. “O nosso esforço é continuar pagar em dia, mas possibilidade é real de utilizarmos a última quota do mês do FPE para pagar o funcionalismo no mês subseqüente”, revelou Tárcio, em tom de lamento. Pessoa evita falar em atraso na folha. Ele prefere chamar a nova realidade de “mudança de política de pagamento dentro”. O Estado tem até o quinto dia útil do mês posterior para quitar a folha. “Estamos navegando no escuro”, disse Tárcio. A primeira parcela do FPE de janeiro foi de R$ 93 milhões. Em 2015 foram R$ 139 milhões e R$ 170 milhões em 2014. A crise se soma ao crescimento vegetativo das despesas. Somente a implantação do novo salário mínimo implica em R$ 70 milhões a mais por ano.
MaisPB
Tárcio Pessoa: "estamos navegando no escuro" Começando o ano com queda de R$ 80 milhões nas receitas, em comparação com 2015, o Governo da Paraíba pode deixar de pagar a folha de pessoal dentro do mês trabalhado. Foi o que admitiu no começo da tarde desta terça-feira (12) ao Portal MaisPB o secretário das Finanças, Tárcio Pessoa. “O nosso esforço é continuar pagar em dia, mas possibilidade é real de utilizarmos a última quota do mês do FPE para pagar o funcionalismo no mês subseqüente”, revelou Tárcio, em tom de lamento. Pessoa evita falar em atraso na folha. Ele prefere chamar a nova realidade de “mudança de política de pagamento dentro”. O Estado tem até o quinto dia útil do mês posterior para quitar a folha. “Estamos navegando no escuro”, disse Tárcio. A primeira parcela do FPE de janeiro foi de R$ 93 milhões. Em 2015 foram R$ 139 milhões e R$ 170 milhões em 2014. A crise se soma ao crescimento vegetativo das despesas. Somente a implantação do novo salário mínimo implica em R$ 70 milhões a mais por ano.
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Na tarde dessa terça (12) o juiz João Machado de Souza Júnior emitiu medida cautelar que derruba Termo de Ajustamento de Conduta (TAC) assinado em novembro entre o Ministério Público da Paraíba (MPPB), Governo do Estado e prefeitura de Cabedelo. As novas regras impediriam a entrada de cadeiras, mesas, bebidas e alimentos, além de som acima do limite no ponto turístico. De acordo com a Superintendência de Administração do Meio Ambiente (Sudema), mais de 70% dos corais da área foram degradados, para que eles possam crescer um centímetro, são necessários 100 anos, além da retirada das mesas e cadeiras da localidade. Outro problema são os restos de comidas deixados pelos banhistas na praia, que atrai bagres, o que causa um desequilibrío na vida marinha do parque. Essas novas regras impedem também sons e carrinhos de comércio. O promotor de Meio Ambiente de Cabedelo, Rogério Lucas, ressaltou que a fiscalização deverá ficar por conta da Sudema e da Polícia Ambiental. As pessoas que forem autuadas em flagrante por desconsiderarem as ordens, podem ser apreendidas, multadas e encaminhadas para delegacia. O TAC foi assinado com o objetivo de preservar o local.
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